“Eles apregoam o erro sob todas as formas, e é para obter esse resultado que a madeira, a pedra, as florestas, as fontes, os santuários dos ídolos, os pés das mesas e as mãos das crianças se tornam oráculos.”
Sendo assim, que valor terão estas palavras do Evangelho: “Nos últimos dias, diz o Senhor, derramarei do meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e filhas profetizarão, vossos jovens terão visões e vossos velhos sonharão; o meu Espírito será derramado sobre os meus servidores e servidoras, e eles profetizarão?” (Atos dos Apóstolos, 2:17 e 18.) Não estará nessas palavras a predição tácita da mediunidade dos nossos dias, concedida a todos, mesmo às crianças? Porventura os apóstolos anatematizaram essa faculdade? Não; eles a apregoam como graça divina, e não como obra do demônio. Terão os teólogos de hoje mais autoridade que os apóstolos? Por que não ver antes o dedo de Deus na realização daquelas palavras?