Paulo de Tarso recebeu a notícia com votos de reconhecimento a Jesus. Mais que ele próprio, rejubilavam -se os amigos, que celebraram o acontecimento com expan sões memoráveis. O convertido de Damasco, entretanto, não viu nisso tão -só um motivo para regozijo pessoal, mas a obrigação de intensificar a difusão do Evangelho de Jesus. Durante um mês, no princípio do ano 63, visitou as comunidades cristãs de todos os bairros da capital do Império. Sua presença era disputada por todos os círculos, que o recebiam entre carinhosas manifestações de respeito e de amor pela sua autoridade moral. Organizando planos de serviço para todas as igrejas domésticas que funcionavam na cidade, e depois de inúmeras pré dicas gerais nas catacumbas silenciosas, o incansável trabalhador resolveu partir para a Espanha. Deba lde intervieram os colaboradores, rogando -lhe que desistisse. Nada o demoveu. De há muito, alimentava o desejo de visitar o Extremo do Ocidente e, se fosse possível, desejaria morrer convicto de haver levado o Evangelho aos confins do mundo.