Se alguns críticos brincalhões ou mal-intencionados apresentam as reuniões espíritas como assembleias de feiticeiros e necromantes, e os médiuns como ledores de sorte; se alguns charlatães associam o nome do Espiritismo a práticas ridículas que este desaprova, muita gente, em compensação, faz justiça e testemunha o caráter essencialmente moral e grave das reuniões sérias. Além disso, a Doutrina, exposta em livros ao alcance de todos, protesta bem alto contra os abusos de todos os gêneros, para que a calúnia recaia sobre quem merece.