Anote-se a data e, querendo, o número de ordem da sessão, para referência. Descreva-se cada manifestação e faça-se um resumo do diálogo mantido com o Espírito. Se a comunicação final for gravada, basta uma referência identificadora. Essa tarefa deve caber, de preferência, ao dirigente ou a alguma pessoa que se mantenha lúcida — sem transe mediúnico — durante toda a sessão.
Sugere-se, como modelo, a série de livros publicados pela Federação Espírita Brasileira, sob o título “Trabalhos do Grupo Ismael”, preparados com extremo cuidado e competência pelo Dr. Guillon Ribeiro.
Lamentavelmente, esses livros se acham, hoje, esgotados, mas bibliotecas especializadas dispõem de exemplares, para consulta.