Bem diferente é a situação do Espírito desmaterializado, mesmo nas enfermidades mais cruéis. Os laços fluídicos que o prendem ao corpo, por serem muito frágeis, rompem-se suavemente; depois, a confiança do futuro entrevisto em pensamento ou na realidade, como sucede algumas vezes, faz que ele encare a morte como uma libertação e os seus males como prova, advindo-lhe daí uma calma moral e uma resignação que lhe amenizam o sofrimento. Após a morte, rotos os laços, nenhuma reação dolorosa o afeta; sente-se livre ao despertar, disposto, aliviado de um grande peso e muito feliz por não sofrer mais.