Na mesma ordem de fenômenos, o hipnotizador sugerirá aos mesmos passivos, em sono provocado, que se encontram numa aula de música e que lhes cabe o dever de ensaiarem ao violino.
A mente de cada um despedirá ondas de acordo com a ordem recebida, criando a forma-pensamento respectiva.
Em poucos segundos, sob o controle do magnetizador, tê-la-ão plasmado com tanto realismo quanto lhes seja possível.
Os mais achegados ao culto do referido instrumento assumirão atitude consentânea com o estudo mentalizado, conjugando movimentos harmoniosos, com a dignidade de um concertista, enquanto os adventícios da música exibirão gestos grotescos, manobrando a forma-pensamento mencionada quais se fossem crianças injuriando a arte musical.
Em todos os estados anômalos a que nos referimos, os sujets governados demonstrarão certo grau de passividade. Da hipnose semiconsciente ao sonambulismo profundo, numerosas posições se evidenciam.