Se a identidade absoluta dos Espíritos é, em muitos casos, uma questão acessória e sem importância, o mesmo já não se dá com a distinção a ser feita entre os Espíritos bons e os maus. A individualidade deles pode até nos ser indiferente; nunca, porém, suas qualidades morais. Em todas as comunicações instrutivas, é sobre esse ponto que devemos concentrar toda a nossa atenção, porque só ele nos pode dar a medida da confiança que podemos depositar no Espírito que se manifesta, seja qual for o nome com que se apresente. O Espírito que se manifesta é bom ou mau? Em que grau da escala espírita se encontra? Eis a questão capital. (Veja-se Escala espírita, em O livro dos espíritos, questão 100.)