No começo da guerra da Itália, em 1859, um negociante de Paris, pai de família, gozando da estima geral por parte dos seus vizinhos, tinha um filho que fora sorteado para o serviço militar. Impossibilitado, pela sua posição, de o eximir de tal serviço, ocorreu-lhe a ideia de suicidar-se, a fim de o isentar do mesmo, como filho único de viúva. Um ano mais tarde, foi evocado na Sociedade de Paris, a pedido de pessoa que o conhecera e que desejava certificar-se da sua sorte no mundo espiritual.
[A São Luís] – Podereis dizer-nos se é possível evocar o Espírito a que nos referimos há pouco? – R. Sim, e ele ficará muito satisfeito, pois se sentirá mais aliviado.