Mangin, o charlatão
Todo o mundo conheceu esse vendedor de lápis que, montado num carro ricamente decorado, com um capacete brilhante e uma roupa extravagante, por muitos anos foi uma das celebridades das ruas de Paris. Não era um charlatão vulgar e os que o conheceram pessoalmente eram concordes em lhe reconhecer uma inteligência pouco comum, uma certa elevação de pensamento e qualidades morais acima de sua profissão nômade. Morreu o ano passado e, desde então, comunicou-se várias vezes, espontaneamente, com um dos nossos médiuns. Conforme o caráter que lhe reconheciam, não será de admirar o verniz filosófico que se encontra em suas comunicações. (Paris, 20 de dezembro de 1866 – Grupo do Sr. Desliens – Médium: Sr. Bertrand)
TAG Valor
Mês Março
Ano 1867