O médium não é apenas um piano que precisa estar bem-afinado; ele é um piano que desafina quando não consegue redirecionar seus impulsos negativos e começar, penosamente, a substituí-las por valores novos e positivos. As faculdades mediúnicas ele as recebeu, não como privilégio, mas como responsabilidade e compromisso, no entanto as condições para exercê-las corretamente cabe a ele criar e desenvolver. Não é, pois, a mediunidade que se desenvolve ou se aprende, mas as técnicas de comportamento.