Livros Espíritas
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Apagar as discussões estéreis, esquivando-se à criação de embaraços que prejudiquem o desenvolvimento sadio da obra doutrinária. O espírito da verdadeira fraternidade funde todas as divergências. Não restringir a prática doutrinária exclusivamente ao lar, buscando contribuir, de igual modo, na seara espírita de expressão social, auxiliando ainda a criação e a manutenção de núcleos doutrinários no ambiente rural. Todos estamos juntos nos débitos coletivos. Orar por aqueles que não souberem ou não puderem respeitar a santidade dos postulados espíritas, furtando-se de apreciar-lhes a conduta menos feliz, para não favorecer a incursão da sombra. O comentário em torno do mal, ainda e sempre, é o mal a multiplicar-se. Desapegar-se da crença cega, exercitando o raciocínio nos princípios doutrinários, para não estagnar-se nas trevas do fanatismo. Discernimento não é simples adorno. Antes de criticar as instituições espíritas que julgue deficientes, contribuir, em pessoa, para que se ergam a nível mais elevado. Quem ajuda, aprecia com mais segurança. Auxiliar as organizações espiritualistas ou as correntes filosóficas que ainda não recebem orientação genuinamente espírita, compreendendo, porém, que a sua tarefa pessoal já está definida nas edificações da Doutrina que abraça. O fruto não amadurece antes do tempo. Recordar a realidade de que o Espiritismo não tem chefes humanos e de que nenhum dos seareiros do seu campo de multiformes atividades é imprescindível no cenário de suas realizações. Cristo, nosso Divino Orientador, não vive ausente. “Que fazeis de especial?” Jesus. (MATEUS, capítulo 5, versículo 47.)
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