Livros Espíritas
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Naquele dia havia oito médiuns à mesa, e não um. Como se acabava de evocar o Sr. Bruneau, que tinha sido são-simonista, e que, a respeito, se havia falado desta doutrina, seu antigo chefe, o Pai Enfantin, comunicou-se espontaneamente, e sem ser evocado, por um dos médiuns e participou da discussão. Foi, pois, o Pai Enfantin que o fiel narrador tomou por uma criança são-simonista . Quanto a nós, ficamos tão aborrecidos quanto enojados com o aspecto de toda essa gente. Levantamo-nos e fomos embora. Assim terminou nossa visita espírita. A despeito de tudo, não me posso dar conta se é patifaria ou loucura. Mas, chega! Paris, 9/21 de novembro de 1864. O redator do jornal acrescenta: A pessoa que nos forneceu essas duas cartas interessantes as termina com a seguinte observação: “O relato consciencioso da testemunha ocular é muito importante, ainda mesmo que nem tudo explique. É por esta razão que pensamos que o extrato atual não será desprovido de utilidade para as pessoas demasiado crédulas em matéria de comunicação com os Espíritos.” As reflexões provocadas por fatos desta natureza estão resumidas no artigo seguinte.
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(21) N. do T.: Parece que o missivista, por não compreender bem o francês, confundiu a palavra enfant (criança) com Père Enfantin (nome próprio).
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