Livros Espíritas
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Sob a ação do calor e da umidade e em virtude do excesso de ácido carbônico espalhado no ar, gás impróprio à respiração dos animais terrestres, mas necessário às plantas, os terrenos expostos se cobriram rapidamente de uma vegetação exuberante, ao mesmo tempo que as plantas aquáticas se multiplicavam no seio dos pântanos. Plantas que, nos dias atuais, são simples ervas de alguns centímetros, atingiam altura e espessura prodigiosas. Havia, assim, florestas de fetos arborescentes de 8 a 10 metros de altura e de proporcional grossura. Licopódios (espécie de musgos), do mesmo porte; cavalinhas⁷⁵ de 4 a 5 metros, que a altura não passa hoje de 1 metro, e uma infinidade de espécies que não existem mais. Pelos fins do período, começaram a aparecer algumas árvores do gênero das coníferas ou pinheiros.
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(⁷⁵) Nota de Allan Kardec: Planta que vive nos pântanos, vulgarmente chamada cavalinha.
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