Livros Espíritas
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Capítulo 2 – 8. Ora, o Senhor Deus plantara desde o começo um jardim de delícias, no qual pôs o homem que ele formara. – 9. O Senhor Deus também fizera sair da terra toda espécie de árvores belas ao olhar e de fruto era agradável ao paladar e, no meio do paraíso,¹⁴³ a árvore da vida, com a árvore da ciência do bem e do mal. (Jeová Eloim fez sair da terra [min haadama] toda árvore bela de se ver e boa para se comer e a árvore da vida [vehetz hachayim] no meio do jardim e a árvore da ciência do bem e do mal.) – 15. O Senhor tomou, pois, do homem e o colocou no paraíso de delícias, a fim de que o cultivasse e guardasse. – 16. Deu-lhe também essa ordem e lhe disse: “Come de todas as árvores do paraíso.” (Jeová Eloim ordenou ao homem [hal haadam] dizendo: De toda árvore do jardim podes comer.) – 17. Mas não comas absolutamente o fruto da árvore da ciência do bem e do mal; porquanto, logo que o comeres, morrerás com toda a certeza. (E a árvore da ciência do bem e do mal [oumehtz hadaat tob vara] não comerás, pois que no dia em que dela comeres morrerás.)
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(¹⁴²) Nota de Allan Kardec: Em seguida a alguns versículos se acha a tradução literal do texto hebreu, exprimindo mais fielmente o pensamento primitivo. O sentido alegórico ressalta assim mais claramente.
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Nota 2:
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(¹⁴³) Nota de Allan Kardec: Paraíso, do latim paradīsus, derivado do grego paradeisos, jardim, pomar, lugar plantado de árvores. O termo hebreu empregado em Gênesis é hagan, que tem a mesma significação.
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