Conduta Espírita
Abraçando o Espiritismo, pedes, a cada passo, orientação para as atitudes que a vida te solicita. Pensando nisso, André Luiz traçou as normas que constituem este epítome de conduta. Não encontramos aqui páginas jactanciosas com a presunção de ensinar diretrizes de bom-tom, mas simples conjunto de lembretes para uso pessoal, no caminho da experiência, à feição de roteiro de nossa lógica doutrinária. Certa feita, disse o Divino Mestre: “Quem me segue, sigame” e, noutra circunstância, afirmou: “Quem me segue não anda em trevas.” Reconhecemos, assim, que não basta admirar o Cristo e divulgar-lhe os preceitos. É imprescindível acompanhá-lo para que estejamos na bênção da luz. Para isso, é imperioso lhe busquemos a lição pura e viva. De igual modo acontece na Doutrina Espírita que lhe revive o apostolado de redenção. Quem procure servi-la, deve atender-lhe as indicações. E quem assim proceda, em parte alguma sofrerá dúvidas e sombra. Assim, ler este livro equivale a ouvir um companheiro fiel ao bom senso. E se o bom senso ajuda a discernir, quem aprende a discernir sabe sempre como deve fazer. Emmanuel Uberaba, 17 de janeiro de 1960. (Este prefácio foi recebido pelo médium Francisco Cândido Xavier).
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Seção Prefácio
Médium Francisco Cândido Xavier
Editora FEB