(10 de abril de 1869) “Ainda uma morte, e uma morte que provocará um grande vazio nas fileiras dos adeptos do Espiritismo.
“Todos os jornais consagraram um artigo especial à memória desse homem que soube fazer-se um nome e sobressair-se entre as celebridades contemporâneas.
“As relações estreitas que, em nossa opinião, existem muito certamente entre os fenômenos espíritas e magnéticos, impõe-nos o dever de recordar com simpatia um homem cujas crenças são partilhadas por certo número de nossos colegas e assinantes, e que havia tentado fazer passar por ciência uma doutrina da qual ele era, de certo modo, a viva personificação.
A. Bauche