18. Se a matéria de que se serve o Espírito não tem persistência, por que os traços da escrita direta não desaparecem?
“Não vos deixeis confundir pelas palavras. Primeiramente, não empreguei o termo ‘nunca’. Tratava-se de um objeto material volumoso, ao passo que aqui se trata de sinais que, por ser útil preservá-los, são conservados. O que eu quis dizer foi que os objetos assim compostos pelos Espíritos não poderiam tornar-se objetos de uso comum por não haver neles, realmente, agregação de matéria, como existe nos vossos corpos sólidos.”