A ciência espírita tem progredido como todas as outras e mais rapidamente do que as outras. Alguns anos apenas nos separam da época em que se empregavam esses meios primitivos e incompletos, a que trivialmente se dava o nome de “mesas falantes”, e já podemos nos comunicar com os Espíritos tão fácil e rapidamente como fazem os homens entre si, e pelos mesmos meios: a escrita e a palavra. A escrita, sobretudo, tem a vantagem de assinalar, de modo mais material, a intervenção de uma força oculta e de deixar traços que se podem conservar, como fazemos com a nossa própria correspondência. O primeiro meio utilizado foi o das pranchetas e cestas munidas de lápis, com a disposição que passamos a descrever.