1ᵒ) Segundo o modo de execução:
Médiuns escreventes ou psicógrafos – Os que têm a faculdade de escrever por si mesmos sob a influência dos Espíritos.
Médiuns escreventes mecânicos – Aqueles cuja mão recebe um impulso involuntário e que não têm a menor consciência do que escrevem. Raríssimos. (Item 179.)
Médiuns semimecânicos – Aqueles cuja mão se move involuntariamente, mas que têm, instantaneamente, consciência das palavras ou das frases, à medida que escrevem. São os mais comuns. (Item 181.)
Médiuns intuitivos – Aqueles com quem os Espíritos se comunicam pelo pensamento e cuja mão é conduzida voluntariamente. Diferem dos médiuns inspirados em virtude de estes últimos não precisarem escrever, ao passo que o médium intuitivo escreve o pensamento que lhe é sugerido instantaneamente, sobre um assunto determinado e provocado. (Item 180.)
“São muito comuns, mas também muito sujeitos a erro, porque nem sempre conseguem discernir o que provém dos Espíritos do que procede deles mesmos.”
Médiuns polígrafos – Aqueles cuja escrita muda com o Espírito que se comunica, ou aptos a reproduzir a escrita que o Espírito tinha em vida. O primeiro caso é muito comum; o segundo, o da identidade da escrita, é mais raro. (Item 219.)
Médiuns poliglotas – Os que têm a faculdade de falar ou escrever em línguas que lhes são desconhecidas. Muito raros.
Médiuns iletrados – Os que escrevem, como médiuns, sem saberem ler, nem escrever, no seu estado habitual.
“Mais raros que os precedentes. Há maior dificuldade material a vencer.”