A humanidade contemporânea também conta seus profetas. Mais de um escritor, poeta, literato, historiador ou filósofo pressentiram, em seus escritos, a marcha futura de acontecimentos a cuja realização agora assistimos.
Muitas vezes essa aptidão decorre, sem dúvida, da retidão do juízo, da dedução das consequências lógicas do presente, mas, de outras vezes, também resulta de uma clarividência especial inconsciente ou de uma inspiração vinda do exterior. O que tais homens fizeram quando vivos, eles podem, com mais forte razão e exatidão, fazer no estado de Espíritos, quando não têm a visão espiritual obscurecida pela matéria.