26. Para julgar os Espíritos, como para julgar os homens, é preciso, primeiro, que cada um saiba julgar-se a si mesmo. Infelizmente, muitas pessoas tomam suas próprias opiniões pessoais por medida exclusiva do bem e do mal, do verdadeiro e do falso. Tudo o que lhes contradiga a maneira de ver, as ideias e o sistema que conceberam ou adotaram lhes parece mau. Falta a essas criaturas, evidentemente, a qualidade principal para uma apreciação sadia: a retidão do juízo. Disso, porém, elas nem suspeitam.
Todas estas instruções resultam da experiência e dos ensinos dos Espíritos. Vamos completá-las com as próprias respostas que eles deram sobre os pontos mais importantes.