A inteligência que se manifesta pode revelar-se ainda por outros sinais inequívocos. Chegando ao fim da página, o lápis faz espontaneamente um movimento para virar o papel. Se o Espírito quer se reportar a uma passagem já escrita, na mesma página, ou em outra, procura-a com a ponta do lápis, como faria qualquer pessoa com a ponta do dedo, e depois a sublinha. Se, enfim, o Espírito quer dirigir-se a alguém, a extremidade da haste de madeira se dirige para esse alguém. Para abreviar, exprime frequentemente as palavras sim e não pelos sinais de afirmação e negação, como fazemos com a cabeça. Se quer expressar cólera, ou impaciência, dá repetidas pancadas com a ponta do lápis, quase sempre lhe quebrando a ponta.