P. [A São Luís] – Tende a bondade de nos descrever o gênero de suplício deste Espírito. – R. É atroz, porque está condenado a habitar a casa em que cometeu o crime, sem poder fixar o pensamento em outra coisa que não no crime, tendo-o sempre diante dos olhos e acreditando na eternidade de tal tortura. Vê-se constantemente no momento em que cometeu o crime; qualquer outra recordação lhe foi retirada e interdita toda comunicação com qualquer outro Espírito. Na Terra, só pode permanecer naquela casa, e no Espaço só lhe restam solidão e trevas.