ALUCINADOS, INSPIRADOS, FLUÍDICOS E SONÂMBULOS Nossos leitores se lembram de ter lido, em junho de 1867, a análise do Romance do Futuro, que o Sr. Bonnemère havia tirado dos manuscritos de um jovem médium bretão, cujos trabalhos lhe havia confiado.
É ainda nessa volumosa coletânea de manuscritos que o autor encontrou estas páginas, escritas em hora de inspiração, e que vem submeter à apreciação dos leitores da Revista Espírita.
Desnecessário dizer que deixamos ao médium, ou antes, ao Espírito que o inspira, a responsabilidade das opiniões que emite, reservando-nos para as apreciar mais tarde. Do mesmo modo que o Romance do Futuro, é um curioso espécime de mediunidade inconsciente.
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