5. Não se deve julgar a qualidade dos Espíritos pela forma material de seus escritos, nem pela correção do estilo. É preciso sondar-lhes o íntimo, analisar suas palavras, pesá-las friamente, maduramente e sem prevenção. Tudo o que se afaste da lógica, da razão e da prudência não pode deixar dúvida quanto à sua origem, seja qual for o nome com que se adorne o Espírito. (Item 224.)